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sábado, 12 de março de 2011

4 - O homem


Enquanto isso...
New York.

Um homem de óculos escuros caminhava entre as pessoas com um casaco preto, era um homem latino de estatura média faixa de 1.71 de altura, cabelos pretos e curtos e rosto arredondado porém magro com porte físico atlético, sua presença era notável e andava como se estivesse acima de tudo e sem preocupações, possuía uma bengala com símbolo de um morcego .
Caminhava lentamente, até que chegou a uma delegacia e entrou sem dizer o que exatamente queria, foi quando uma policial que era a recepcionista o abordou.
- Bom dia senhor, posso ajudá-lo?
Ele porém continuava a olha para frente, o que era estranho, mas em um gesto de simpatia, abriu um sorriso.
- Sim claro, qual o seu nome minha jovem?
Ficou espantada, pois estava usando o broche da corporação, a onde o mesmo, vinha com o seu nome.
- Não se assuste, disse o homem, - imagino que esteja pensando porque não li o seu nome?
Ela parou e se afastou um pouco, mas ele continuou
- Eu tenho problemas visuais, por isso e que não consigo ler, a minha visão e quase nula, devido um fato que ocorreu em minha infância, por isso sou praticamente cego.
- Mil perdões disse a jovem, sem saber o que fazer, o seu rosto ficara vermelho, ela gostaria de ser esconder. Mas ele notando a inquietude da moça a interrompeu.
- Não se desculpe não tinha como você saber, mas, se puder me ajudar gostaria de falar com o seu comandante.
- Creio que não será possível disse a moça. Ele está em uma reunião. E a segunda vez que não posso ajudá-lo disse ela, agora mais constrangida ainda;
- Não tem problema, eu espero como você pode ver, um homem como eu não tem muitas escolhas. E sorriu.
Enquanto isso ela o levou para uma sala reservada, de forma que o deixasse mais confortável, e o trouxe um café.
De repente toca o seu telefone:
- Pronto,
- O que descobriu?
- Ainda nada! estou aqui como o senhor me mandou. Logo falarei com o comandante do departamento.
- Ótimo, mas não deixe rastros, lembre-se, se formos pegos ...
- Sim eu sei.
- Lembre-se do juramento.
- Fiel até a morte
- Fiel até a morte e desligou o telefone.
Então entrou a jovem policial, com um belo sorriso no rosto e chamando-o, para falar com o comandante do departamento, então o homem guardando o celular em seu casaco, levantou-se e a seguiu.
Ninguém sabia o que estava para acontecer... tudo poderia mudar daquele momento em diante.

...